Quarta-feira, 7 de Julho de 2010

Página de humor para relaxar







LULEI !!!!




AMIGOS, DESCULPEM A MINHA DECISÃO.


Virei casaca ... estou ao lado do Lula




*




Hoje, refletindo sobre o efeito do nada, sobre o porra nenhuma, me dei conta de que o Brasil é o único país do mundo:





a) governado por um alcóolatra que instituiu uma lei seca,


b) um analfabeto que assinou uma reforma ortográfica,


c) tem um filho formado em porra nenhuma, que é o gênio das finanças, e


d) teve a cara de pau de pedir a Deus para dar INTELIGÊNCIA a Barack Obama, que é formado em Harvard.





Depois disso, EU TINHA QUE MUDAR DE LADO.  Resolvi ficar ao lado de L.I.  Que me desculpem os meus amigos e, por favor, não me critiquem, nem mandem e-mail's indignados.   Antes, reflitam melhor sobre a situação atual. Tenho certeza de que também ficarão ao lado do L.I..   Afinal, se eu ficar atrás... ele me caga e se eu ficar na frente... ele me fode.  Portanto, a melhor opção é ficar ao lado dele.





ENQUANTO ISSO, ESPERO E SONHO QUE TUDO VOLTE AO NORMAL . Será o dia em que:


- ARRUDA será uma simples plantinha pra espantar mal olhado;


- GENUINO será algo verdadeiro;


- GENRO apenas o marido da filha;


- SEVERINO apenas o porteiro do prédio;


- FREUD voltará a ser o só criador da Psicanálise;


- LORENZETTI será só uma marca de chuveiro;


- GREENHALGH voltará a ser um almirante que participou de nossa história;






- Dirceu, Palloci, Delúbio, Silvio Pereira, Berzoini,Gedimar,Valdebran, Bargas, Expedito Veloso, Gushiken, Renan etc, serão simples.... presidiários.


- E LULA APENAS UM FRUTO DO MAR.
 


Finalmente, quando olho meu titulo de eleitor, velhinho, coitado, sempre usado desde 1976 e vejo o Lula aliado ao Collor e,pasmem, na defesa da vida ilibada dos Sarneys, concluo que entendo o verdadeiro significado do nome  'ZONA ELEITORAL'  escrito nele!








Autor desconhecido


publicado por vergonha-nacional às 10:21
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A tapeação em números incontestáveis


*

ILUSÕES POLÍTICAS


- Merval Pereira -


*


A peça “Assim é se lhe parece”, de Pirandello, joga com a ideia de que, dependendo de quem observa, há sempre uma versão distinta do mesmo fato. É o que acontece com a situação econômica do Brasil. Na visão otimista e eleitoreira do presidente Lula, passamos por momentos “extraordinários”, nunca antes neste país tivemos tamanha prosperidade. “Assim é se lhe parece”, mas há maneiras distintas de ver o mesmo quadro.





Em artigo publicado pelo mais influente jornal econômico, o inglês “Financial Times”, seu principal comentaristachefe, Martin Wolf, fez uma comparação nada lisonjeira entre o comportamento da economia do Brasil e o das de Índia e China nesses últimos 15 anos, de 1995 a 2009, governos de Fernando Henrique Cardoso e Lula.





O crescimento médio anual do país nesse período foi de 2,9%, fazendo com que a elevação da renda tenha sido de apenas 22%  (Brasil), contra 100% na Índia e 226% na China.





O resultado dessa performance medíocre foi que a participação brasileira na produção mundial caiu de 3,1% em 1995 para 2,9% em 2009, enquanto a China saltou de 5,7% para 12,5%, e a Índia, de 3,2% para 5,1%.






Na mesma semana, a repórter Érica Fraga, da “Folha de S.Paulo”, mostrou que a diferença de nível de renda entre brasileiros e norte-americanos é hoje maior do que em 1980.





O Produto Interno Bruto (PIB) per capita do Brasil medido pela paridade do poder de compra (PPC), que já foi correspondente a 30,5% do dos Estados Unidos em 1980, era equivalente a 22,7% em 2009.





A Coreia do Sul é um exemplo mais próximo de nós. Em 1980, seu PIB per capita em PPC equivalia a 18,8% do norteamericano, quase a nossa situação hoje e 60% menor do que o PIB per capita brasileiro naquela ocasião. Mas nesses 30 anos conseguiu aumentar o percentual para 60,3%. Esse avanço tem a ver principalmente com o salto de qualidade no ensino que a Coreia do Sul deu nos últimos anos.





O economista Fernando Veloso, da Fundação Getulio Vargas, analisando a situação do ensino brasileiro comparativamente a outros países no livro “Educação básica no Brasil — Construindo o país do futuro”, mostra que houve uma evolução na proporção da população com pelo menos o ensino médio completo, mas as deficiências ainda são maiores que os avanços.





No Brasil, entre 25 e 64 anos, a média é de 30% com pelo menos o ensino médio completo, e quando se pega os mais velhos, de 55 a 64, a taxa é de 11%, o que mostra que melhoramos com os mais jovens.






Mas na Coreia do Sul, ressalta Veloso, os cidadãos de 55 a 64 anos têm média de 37% com o médio completo, e os de 25 a 34 já têm 97%.





Nessa faixa, a Coreia universalizou o ensino médio, e o Brasil está com 38%, ainda uma distância enorme, constata o professor.





Embora entre 1980 e 2000 tenha havido aumento expressivo da escolaridade média, de 3,1 para 4,9 anos de estudo, países de renda per capita similar à brasileira experimentaram significativos aumentos de escolaridade, de forma que a diferença entre o Brasil e eles se elevou ao longo do período.






Enquanto em 1960 a Coreia do Sul tinha uma escolaridade média superior à do Brasil em 1,4 ano de estudo, em 2000 essa diferença havia se elevado para quase seis anos.





Essa perda de competitividade brasileira em relação a outros países é também analisada em um estudo do economista Reinaldo Gonçalves, da UFRJ, que estuda o desempenho dos governos da República brasileira de 1889 até 2009 baseado em um conjunto de seis indicadores macroeconômicos: Variação da renda real; hiato de crescimento (diferença relativa entre a variação real anual do PIB brasileiro e a variação real anual do PIB mundial); investimento; inflação; fragilidade financeira (relação percentual entre a dívida pública interna federal e o PIB); e vulnerabilidade externa.





Segundo o estudo, no período 1890-2009 a taxa média de crescimento real do PIB brasileiro é de 4,5%. No conjunto de 29 períodos, o governo Lula (2003-09) tem a 9a taxa mais baixa de crescimento econômico, de 3,5%.





O hiato de crescimento econômico médio do país é de 1,3% no período 18902009, já que a taxa média de crescimento da economia mundial foi de 3,1%.





O governo Lula tem o 9o mais baixo hiato de crescimento no conjunto de 29 governos, ficando negativo em 0,1%, o que significa que o país tem queda de sua participação no PIB mundial.





No período de praticamente meio século, que vai de 1932 até 1980, a participação do país no PIB mundial aumenta de menos de 1% no final dos anos 1920 para 3,6% em 1980.





No governo Lula, a participação do Brasil na economia mundial (PIB) foi de 2,81% em 2002 para 2,79% em 2009, com uma média de 2,74%, próxima da observada quase 40 anos antes, no início dos anos 1970, enquanto no governo FHC (1995-2002) a participação média é de 2,93%.






Pelo estudo, o governo Lula é superior ao de Fernando Henrique em cinco dos seis quesitos analisados — só perde na fragilidade financeira.





Mas, neste, a derrota de Lula é total. Nunca antes na história deste país, ou seja, nenhum mandatário desde Pedro II, brinca Gonçalves, teve relação tão alta da dívida pública interna federal com o PIB.





Nos dois mandatos de Lula, essa relação é superior a 42%. A média histórica em 120 anos de História republicana é de 11,6%.





No conjunto de seis indicadores, há dois que expressam diretamente a situação econômica internacional (hiato de crescimento e vulnerabilidade externa). A exclusão destes dois indicadores implica mudanças importantes no Índice de Desempenho Presidencial — IDP, que é a média dos seis quesitos analisados.





O do governo FHC aumenta de 39,2 (28aposição) para 43,9 (27° posição) enquanto o do governo Lula cai de 47,8 (23° posição) para 42,9 (28° posição), o que demonstra a importância da conjuntura internacional para a performance do governo Lula.





Em ambos os governos, porém, a economia brasileira retrocede em termos de sua participação na economia mundial.





Já é hora, portanto, de os candidatos a presidente tratarem de questões estruturais do país, como a educação, sem o que continuaremos patinando na mediocridade.


 


*


O problema é que essa gente 


depende de um povo medíocre,


para tapear e se eleger.


 






publicado por vergonha-nacional às 07:06
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